A Polícia Civil indiciou o médico Adoris Loureiro Lopes pela morte do bebê Miguel Nunes Costa Reis, de apenas 35 dias, durante uma consulta de rotina em uma clínica particular no Centro de #VilaVelha. O caso, que gerou grande comoção nas redes sociais e na comunidade local, segue agora para análise do Ministério Público e da Justiça.
De acordo com o inquérito, a investigação concluiu que o profissional agiu de forma “imprudente” ao manipular o recém-nascido durante o atendimento. Segundo os pais, o bebê teria sido colocado de cabeça para baixo durante a limpeza após evacuar, o que pode ter contribuído para a broncoaspiração que levou ao óbito. A defesa do médico nega qualquer prática inadequada.

A causa da morte foi confirmada por laudo como edema agudo de pulmão, provocado por broncoaspiração de conteúdo gástrico. O procedimento realizado logo após a amamentação é apontado como um dos fatores que aumentaram o risco de a criança aspirar leite para os pulmões.
Imagens das câmeras da clínica foram apreendidas e serão analisadas pela perícia para confirmar se houve violação de protocolos durante o atendimento. O caso também deve ser avaliado pelo Conselho Regional de Medicina do Espírito Santo (CRM-ES), que poderá abrir processo ético-profissional.
Familiares do bebê afirmam que buscam justiça e transparência, reforçando que o objetivo é evitar que outras crianças passem por situações semelhantes. O caso ganhou repercussão nas redes e voltou a levantar debates sobre segurança no atendimento pediátrico, especialmente em recém-nascidos.
O médico foi indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar, mas existe negligência, imprudência ou imperícia. O processo agora segue para apreciação do Ministério Público.

O caso segue repercutindo em toda a região da Grande #VilaVelha, mobilizando pais, profissionais de saúde e autoridades em busca de respostas e medidas de prevenção.
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