Paulo César Santana de Oliveira, 22, é o único motociclista a sobreviver a um acidente na Terceira Ponte, após ser projetado para fora da via em novembro de 2024. Um ano e dois meses depois, ele ainda convive com dores constantes na perna e decidiu mudar de profissão.
O jovem trabalhava como motoboy, mas os impactos da colisão o levaram a escolher um novo caminho profissional: o setor de logística. “Andar, principalmente de moto, às vezes é, mesmo você tendo responsabilidade no trânsito, encontrar uma pessoa que não tem a mesma responsabilidade e acaba fazendo com que você sofra um acidente”, disse Paulo.
Agora, ele trabalha em um galpão e usa a moto apenas para trajetos curtos. As alterações na vida não ficam somente nas escolhas profissionais, mas também no corpo. Ele permanece com dores e precisa de pausas frequentes.
A decisão de Paulo foi reforçada após ver outro acidente semelhante na Terceira Ponte.
“É muito triste porque muita das vezes a pessoa está correndo atrás do seu ganho ganha-pão e por imprudência de outra pessoa, ela acaba perdendo a vida, causando uma tristeza grande na família”, frisou.






















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