Um guarda municipal identificado como Leandro Rodrigues, de 49 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (12) após passar mal logo depois de realizar o Teste de Aptidão Física (TAF), em Vitória. O caso ocorreu nas dependências do Ginásio Tancredão, no bairro Mário Cypreste, onde a atividade estava sendo aplicada.
De acordo com a Guarda Civil Municipal de Vitória, o servidor concluiu normalmente a caminhada prevista no teste, mas apresentou um quadro de mal-estar enquanto aguardava a finalização da atividade pelos demais colegas.
Atendimento imediato e encaminhamento ao hospital
Segundo a corporação, Leandro recebeu atendimento imediato da equipe técnica presente no local. Em seguida, ele foi encaminhado com urgência ao Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória, onde recebeu cuidados médicos, mas não resistiu e teve o óbito confirmado.
A Guarda Municipal destacou que todo o procedimento seguiu os protocolos estabelecidos, com suporte de profissionais capacitados durante a realização do teste físico.
Teste seguia protocolo específico para faixa etária
Conforme as normas aplicadas pela corporação, para servidores com idade superior a 45 anos, o Teste de Aptidão Física consiste em uma caminhada de 2,6 quilômetros, que deve ser concluída dentro do tempo máximo de 27 minutos.
De acordo com as informações oficiais, Leandro Rodrigues completou o percurso em aproximadamente 11 minutos, desempenho considerado dentro dos parâmetros exigidos. Após finalizar a atividade, ele assinou a documentação necessária e permaneceu no local aguardando os demais participantes, momento em que passou mal.
Corporação lamenta a perda
A Guarda Civil Municipal lamentou profundamente a morte do servidor, que integrava a corporação e desempenhava suas funções na segurança pública municipal. O caso gerou comoção entre colegas e profissionais da área.
Não foram divulgadas, até o momento, informações sobre velório e sepultamento. As circunstâncias clínicas do ocorrido devem ser esclarecidas por meio de procedimentos médicos e administrativos.
O caso reforça a importância dos protocolos de saúde e acompanhamento durante atividades físicas exigidas em avaliações funcionais, especialmente entre servidores com maior tempo de serviço.






















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